Sexta-feira, Abril 13, 2007

CP, com ou sem (gasosa) razão?

Está instalada a polémica na linha Serpins-Coimbra, e não é por causa do metro de superfície como podem estar a pensar, nada disso, é que nem lá perto.... a história começa assim...

Lá ia eu de volta à terra da Fátima Ramos e restante famelga, dentro de uma bela composição da CP, por voltas das 19 horas, quando verifico algo extraordinário... mais uma vez tão enganados, continua haver pessoas de pé, e as que vão sentados cortam na casaca dos outros, o nunca visto é o facto de haver informação luminosa, a indicar a velocidade a que viajamos nesse momento e a próxima paragem, é neste último aspecto que surgiu uma enorme discussão, que resultou em alguma violência verbal e física, só terminando com a pronta intervenção do maquinista que deixou o comando do comboio (em andamento) e se dirigiu a carruagem, já que não se encontrava nenhum outro funcionário na dita.

A discussão começou porque no já falado rectângulo luminoso, a localidade de Lobases ou Lobazes, aparece escrita como Lobases, enquanto por exemplo no horário aparece como Lobazes.

Bom Português : Como se diz? Fui a Lobazes ou Fui a Lobases?

Nota: A história da violência física e verbal é totalmente falsa, a conversa foi somente entre mim e a Carla, e foi pacífica, quando ao maquinista, nessa altura ia a dormir...

Terça-feira, Abril 10, 2007

(rapidinha)

Sobre o slogan "No Continente, os portugueses sentem-se em casa", Alberto João Jardim opinou "Se assim fosse, não estavam nas Ilhas, pois não!?".
Deliberou ainda que todos os trabalhadores do grupo Sonae (empresa gestora do Continente e outros sub-holdings) fossem convidados a nadar no Atlântico com grossas correntes à volta do pescoço e que as suas famílias fossem perseguidas com ancinhos e archotes. Assim foi feito.