Novas tecnologias no futebol
Domingo passado, o programa da RTP, Grande Reportagem foi dedicado ao tema da introdução de novas tecnologias no futebol. Não o vi pela simples razão que quando passou a publicidade ao programa pensei logo em escrever este post. E agora que o escrevo, se alguém ficar ofendido e decidir reagir contra mim, tenho a desculpa que não vi o programa, não faço a mínima ideia quem foram os convidados nem quais foram as sua declarações. Assim posso expressar a minha opinião sem a hipótese de alguém querer tirar à força segundas conclusões.
Então, é uma idiotice ainda não serem utilizadas novas tecnologias no futebol. O râguebi e o ténis, que são desportos que geram muito menos dinheiro e audiência, já as usam para se tornarem um jogo justo. No râguebi o árbitro recorre às imagens de televisão para decidir se houve falta ou não. Porque não no futebol? Era só o tempo do quarto árbitro olhar para um monitor e dizer ao principal árbitro da partida: "De facto, esse esguicho de sangue do nariz foi mesmo provocado pela chuteira do outro jogador!". No entanto e para um trago de ironia, o desempenho dos árbitros já pode ser avaliado recorrendo a imagens televisivas. A comissão avaliadora pode depois ver o jogo gravado e decidir se o árbitro errou na falta ou não.
No ténis, o sistema "olho de falcão" é usado há muito para ver se a bola toca dentro das linhas. O mesmo se pode aplicar no futebol, sem as ideias inadequadas de colocar sensores nos postes da baliza e na bola. O custo de produção disparava! É só olhar para as imagens do jogo em câmara lenta e já está.
Está certo que depois era preciso gastar mais dinheiro para dar prendas de boas-vindas aos árbitros mas acho que vale a pena para evitar cenas tristes. Digam-me...a inflação dos preços das prendas exóticas (e por 'exóticas', entenda-se 'brasileiras') foi um dos argumentos usados no programa?
Então, é uma idiotice ainda não serem utilizadas novas tecnologias no futebol. O râguebi e o ténis, que são desportos que geram muito menos dinheiro e audiência, já as usam para se tornarem um jogo justo. No râguebi o árbitro recorre às imagens de televisão para decidir se houve falta ou não. Porque não no futebol? Era só o tempo do quarto árbitro olhar para um monitor e dizer ao principal árbitro da partida: "De facto, esse esguicho de sangue do nariz foi mesmo provocado pela chuteira do outro jogador!". No entanto e para um trago de ironia, o desempenho dos árbitros já pode ser avaliado recorrendo a imagens televisivas. A comissão avaliadora pode depois ver o jogo gravado e decidir se o árbitro errou na falta ou não.
No ténis, o sistema "olho de falcão" é usado há muito para ver se a bola toca dentro das linhas. O mesmo se pode aplicar no futebol, sem as ideias inadequadas de colocar sensores nos postes da baliza e na bola. O custo de produção disparava! É só olhar para as imagens do jogo em câmara lenta e já está.
Está certo que depois era preciso gastar mais dinheiro para dar prendas de boas-vindas aos árbitros mas acho que vale a pena para evitar cenas tristes. Digam-me...a inflação dos preços das prendas exóticas (e por 'exóticas', entenda-se 'brasileiras') foi um dos argumentos usados no programa?







