Médicos que se auto-medicam
Um estudo divulgado pela RTP revela três conclusões principais (e permitam-me acrescentar, preocupantes até!) sobre os médicos em Portugal: não procuram ajuda psicológica, não vão a consultas de clínica geral e auto-medicam-se. Uma vergonha!
Ao que parece, médicos que receitam medicamentos para outros, não o podiam fazer para eles próprios. Depois de terem frequentado medicina e consequentemente, terem aprendido o modo mais indicado de actuar, iam ao médico de família, perder uma manhã num centro de saúde para pedir ao colega para receitar isto ou aquilo. Seria esta a conversa porque o médico/doente já sabia o que se passava de errado com ele!
Mas já que esta ideia parece tão errada à opinião pública, então mais classes profissionais deviam ser abrangidas pela indignação e então seria formada uma comissão encarregada de trazer à Justiça casos semelhantes. Vejamos alguns exemplos: cozinheiros que confeccionam as próprias refeições, mecânicos que reparam os seus veículos e professores que ensinam algo aos filhos. Neste último caso, teria que se ter em especial atenção que se insistissem em fazê-lo, seriam sujeitos a avaliação adequada por parte do Ministério da Educação.
Ao que parece, médicos que receitam medicamentos para outros, não o podiam fazer para eles próprios. Depois de terem frequentado medicina e consequentemente, terem aprendido o modo mais indicado de actuar, iam ao médico de família, perder uma manhã num centro de saúde para pedir ao colega para receitar isto ou aquilo. Seria esta a conversa porque o médico/doente já sabia o que se passava de errado com ele!
Mas já que esta ideia parece tão errada à opinião pública, então mais classes profissionais deviam ser abrangidas pela indignação e então seria formada uma comissão encarregada de trazer à Justiça casos semelhantes. Vejamos alguns exemplos: cozinheiros que confeccionam as próprias refeições, mecânicos que reparam os seus veículos e professores que ensinam algo aos filhos. Neste último caso, teria que se ter em especial atenção que se insistissem em fazê-lo, seriam sujeitos a avaliação adequada por parte do Ministério da Educação.





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